quarta-feira, 16 de março de 2011

A Essência da Pesquisa de Campo: Embasando a História Forense


De acordo com MARCONI e LAKATOS (1996), a pesquisa de campo é uma fase que é realizada após os estudos bibliográficos, para que o pesquisador tenha um bom conhecimento sobre o assunto, pois é nesta etapa que ele vai definir os objetivos da pesquisa, as hipóteses, definir qual é o meio de coleta de dados e a metodologia aplicada.

O desafio proposta pela História Forense é utilizar um parâmetro momentâneo entre a pesquisa de campo e a pesquisa bibliográfica. Quando coletamos os dados, logo se faz necessário comparar com uma teoria, para assim fundamentar as hipóteses levantas e já dar inicio em encontrar os resultados propostos. Por isto, iniciarmos uma pesquisa com uma bibliografia como propõe MARCONI e LAKATOS (1996), bem como outros teóricos metodológicos é propiciar uma condução de pensamento lógico, levando o pesquisador a já constituir uma hipótese antes de ter como base a própria, essência de seu objeto de estudo, ou seja, consideramos pensamentos já oferecidos pela bibliografia, sem desvendar sua própria pesquisa. Tendo este pressuposto oferecemos como fase inicial da História Forense, o desvendar do objeto de pesquisa.



Na fase inicial da História Forense, se propõe a generalização do objeto de pesquisa, em que através de diferentes formas de exploração, o pesquisador poderá apresentar uma ficha completa e a partir deste ponto iniciar a construção de suas hipóteses.

Segundo MATTAR (1996), as pesquisas exploratórias têm como finalidade aprofundar o conhecimento do pesquisador sobre o assunto estudado. Pode ser usada, para facilitar a elaboração de questões que conduzam na formulação de hipóteses, que deixará em maior ênfase a problemática da pesquisa. Também visa em oportunizar uma reflexão dos conceitos, ajudar no delineamento do projeto final da pesquisa e estudar linhas semelhantes, verificando os seus métodos e resultados.

O projeto arranjará sua matéria em três grandes partes seguidas de um cronograma de atividades. Na primeira parte teremos o registro daquilo que vimos discutindo até o momento: a origem e os objetivos da pesquisa, sua fundamentação teórica na forma de conceitos e de definições [...] Na segunda e na terceira partes serão registradas as ações inerentes à implantação e à execução da pesquisa (SENRA, 2003 p. 14)


Quando exploramos livremente nosso objeto de pesquisa, podemos formular questões pertinentes a própria realidade do trabalho, e depois com base nas informações coletadas elaborarmos nossas ações e escolhemos nossos teóricos com mais eficácia. A proposta da chamada Tempestade Mental é extrair o prévio conhecimento do pesquisador referente à sua pesquisa, por assim facilitar os caminhos para as seleções de sua metodologia. Propomos aqui o uso do Rascunho Científico, que será uma ferramenta utilizada para as primeiras anotações da pesquisa.


Bibliografia

(Em breve estarei colocando)

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